WHAT SHE DOES AT NIGHT WILL SHOCK YOU😱……….


Irmãos e irmãs, arrependam-se. Entreguem sua vida a Cristo. Não deixem que o pecado os afogue e roube a sua glória. Irmãos e irmãs, eu imploro, deixem-me juntar-me a vocês para desfrutar de algo pequeno. Eu me arrependerei mais tarde.
Em Abuja, as pessoas costumavam dizer uma coisa a respeito de Katherine. Se você quer saber como é uma mulher perfeita, olhe para a esposa do Pastor Michael. Katherine tinha apenas 25 anos, mas se comportava como uma mulher que havia vivido muitas vidas. Voz suave, olhos que pareciam nunca ter visto problemas. Desde criança, Katherine nunca havia decepcionado ninguém. Seus pais costumavam se gabar dela por toda parte: “Aquela garota nunca nos envergonhou”. Ela era o tipo de filha que todo pai africano desejaria. Ela acordava cedo, rezava, respeitava os mais velhos, nunca seguia más companhias e nunca saía à noite. Quando ela se casou com o pastor Michael, a igreja festejou durante semanas. As mulheres choravam durante o casamento: “Meu Deus, quando é que a minha filha será como a Katherine?”.
Todos os domingos, Katherine ficava ao lado do marido no altar. Ela pregava para as mulheres com fervor na voz: “O casamento é um sacrifício. A satisfação é a paz. A vontade de Deus é suficiente”. As mulheres ouviam, aplaudiam e queriam ser como ela. Algumas pessoas até copiaram a maneira como ela amarrava o lenço. Mas ninguém sabia o que se passava no coração de Katherine. Todos os dias pareciam iguais: orações matinais, estudo bíblico, aconselhamento de mulheres, cozinhar, sorrir, dormir. A vida dela era limpa, sagrada e tranquila. Silêncio demais. Em muitas noites, o pastor Michael não estava em casa. Cruzadas, conferências, reuniões de oração em outros estados. Quando ele estava por perto, frequentemente estava cansado. Certa noite, Katherine sussurrou: “Este é Deus, Michael, você não descansa”. Ele deu um sorriso fraco: “Esta é a obra de Deus”. Ela assentiu com a cabeça e não disse mais nada. Ela havia aprendido a não pedir mais.
Naquela tarde, depois da missa, Katherine sentou-se na cama exausta, cansada da mesma rotina, cansada de ser a filha perfeita, cansada de ser a esposa perfeita, cansada de aconselhar outras mulheres enquanto seu próprio coração se sentia vazio. Enterrou o rosto nas mãos e chorou. “Quero mais. Quero mais da vida. Por que me sinto tão presa?”. Certa noite, tudo mudou. Eram aproximadamente 23h47. Katherine estava de pé junto à janela, escovando os cabelos lentamente. O marido dela já estava dormindo, de costas para ela, respirando suavemente. Então ela ouviu: Boom! Boom! Boom! Música alta, graves potentes e risadas. Ela franziu a testa. “Quem está fazendo esse barulho a essa hora?”.
Ela afastou um pouco a cortina e olhou para fora. Foi então que viu sua vizinha. Uma mulher alta, vestida com um vestido brilhante, saiu de um carro. Seus cabelos brilhavam sob a luz do poste. O riso dela parecia livre. Homens a seguiram até o estacionamento, implorando: “Por favor, só mais um minuto”. A mulher riu novamente e entrou. Katherine sorriu. Ela ficou maravilhada. Seu coração batia acelerado. Ela nunca tinha visto nada parecido, nem na igreja, nem em seus livros, nem em seu mundo tranquilo. Ela olhou para trás e viu o marido, que ainda dormia. Então olhou para fora novamente e sussurrou para si mesma: “Talvez a vida seja mais do que eu imaginava”. Seu coração começou a bater mais rápido e, pela primeira vez em muito tempo, ela se sentiu animada sem nenhum motivo aparente. Naquela noite, Katherine não conseguiu dormir. A música continuou tocando. Seu coração continuava batendo. Ela sussurrou para si mesma: “É assim que as pessoas vivem?”.
A partir daquele dia, Katherine começou a assistir todas as noites, no mesmo horário, com a mesma música e a mesma mulher. Certa noite, a mulher a notou e acenou com a mão: “Oi, você é minha vizinha, certo?”. Katherine ficou paralisada. “Sim, eu sou”. “Meu nome é Zora”. A mulher sorriu. “Você parece séria demais para alguém tão jovem. Qual o seu nome?”. Katherine esboçou uma risadinha forçada. “Meu nome é Katherine”. E a partir daquele dia, elas começaram a conversar.
Zara falou sobre a vida, sobre diversão, sobre liberdade, sobre noites que pareciam vibrantes. Katherine escutou como uma criança que ouve histórias pela primeira vez. Às vezes o telefone dela tocava. Pastor Michael ligando de outro estado: “Como está a casa?”. “Tudo bem”, respondia Katherine. E era verdade, mas apenas superficialmente. Certa noite, Zora disse algo que mudou tudo: “Venha comigo esta noite. Vamos fazer algo divertido”. Katherine balançou a cabeça rapidamente. “Não, não posso. Sou esposa de pastor. Em nosso dicionário, não existe nada como diversão”. Zora se inclinou para mais perto e sussurrou: “Apenas para ver. Prometo que você não vai morrer”.
O coração de Katherine batia tão forte que ela achou que Zora conseguia ouvi-lo. Tudo o que ela sempre quis estava batendo à sua porta. Ela estava muito animada. Olhou para sua aliança de casamento, para sua casa silenciosa, para a rua escura e para o rosto sorridente de Zora. Pela primeira vez na vida, Katherine fez algo que nunca havia feito antes: ela seguiu seu coração.
Naquela noite, Katherine entrou em uma boate. As luzes eram brilhantes, a música era selvagem e o ar tinha cheiro de liberdade. Seus olhos se arregalaram. “Uau! Meu Deus, isso é vida?”, ela gritou. Ela se sentia jovem, viva e compreendida. Os homens olhavam para ela como se ela fosse atraente. As outras mulheres olhavam em choque. Zora riu: “Viu? Eu te disse”. Aquela foi a noite em que Katherine descobriu uma vida que nunca soube que existia, e ela adorou.
O clube não dormia. Luzes brilhavam como relâmpagos. A música atingia o peito como tambores em uma guerra. Suor, risos, dinheiro e desejo, tudo misturado. Naquela primeira noite, Katherine ficou perto da parede, segurando sua bolsa com força. Seu coração estava acelerado. “Eu não deveria estar aqui”, ela sussurrou. Zora se inclinou e gritou por cima da música: “Relaxa! Ninguém te conhece aqui”. Os homens não paravam de olhar, não porque ela estivesse fazendo algo específico, mas porque ela era diferente. Ela não se esforçava, não gritava, não lutava por atenção. Ela simplesmente ficou parada ali, e isso foi o suficiente. Um dos gerentes do clube aproximou-se de Zara: “Quem é aquela garota?”. O gerente assentiu lentamente: “Ela tem energia de estrela. Ela seria uma ótima stripper”.
Naquela noite, Katherine não dançou; ela apenas observou. Mas quando chegou em casa, não conseguiu dormir. Seu corpo parecia desperto e sua mente barulhenta. No domingo seguinte, algo mudou. Quando Katherine subiu ao altar, as mulheres notaram imediatamente. Ela sorriu com mais brilho. Sua voz soava mais forte. Seus olhos estavam vivos. Ela pregava como fogo: “Mulheres, não deixem a vida passar por vocês sem que percebam. Deus não as criou para serem vazias. Tenham uma vida com propósito”. As mulheres gritaram: “Amém! Pregue, pastora!”. Após a missa, elas a cercaram: “Sua mensagem me emocionou. Você está radiante. Qual é o seu segredo?”. Katherine apenas sorriu.
Naquela noite, ela voltou ao clube. Dessa vez, Zara entregou-lhe um vestido: “Experimente isto”. Katherine hesitou. “Só dançando”, disse Zara, “nada mais”. Quando Katherine pisou no palco e se apoiou no poste, a música mudou para algo lento, pesado e perigoso. Ela se moveu sem pensar. A multidão ficou em silêncio. Então o dinheiro começou a cair. Katherine dançou como se sempre tivesse pertencido àquele lugar. Homens gritavam: “Quem é ela? Tragam-na de volta!”. O gerente correu para a frente: “A partir de hoje, você precisa de um nome”. Katherine engoliu em seco. “Um nome?”. Zara sussurrou, sorrindo: “As garotas da noite sempre têm nomes. Qual o seu nome?”. O gerente perguntou novamente: “Qual o seu nome?”. Katherine fechou os olhos: “Kayla”.
Naquela noite, Kayla nasceu. Ela se sentia viva, rindo, bebendo, fumando. Até Zora ficou impressionada com a rapidez com que Katherine se adaptou, como se estivesse esperando por essa vida a vida toda. Durante o dia, ela era a Irmã Katherine. À noite, ela era Kayla, a mulher que ninguém conseguia esquecer. Em pouco tempo, tudo mudou. Se Kayla não dançasse, os homens reclamavam. Se ela não estivesse lá, o clube parecia vazio. As outras meninas começaram a cochichar: “Ela chegou e levou tudo. Antes dela, nós éramos as estrelas”. Duas meninas em particular a observavam com olhares furiosos: Bella e Ruth. Elas eram as melhores strippers até que Katherine chegou e roubou a atenção de todos. Agora ninguém mais as notava.
Entretanto, na igreja, Katherine tornou-se ainda mais querida. Mulheres formavam fila para receber aconselhamento: “Katherine, meu casamento está acabando. Sinto-me vazia. Ajude-me”. Ela ouvia com lágrimas nos olhos porque compreendia. Às vezes, o marido ligava de suas viagens: “Minha esposa, as pessoas falam sobre a sua pregação em todos os lugares”. Katherine sorria: “Deus está me ajudando”. À noite, ela mentia: “Estou cansada, vou dormir cedo”. Ela esperava até que todos dormissem e voltava a ser Kayla. Duas vidas, dois nomes, um coração que se partia lentamente.
O dinheiro veio, a fama veio, a atenção veio. Katherine aproveitou cada momento de sua nova vida. Ela adorava o ar da boate, a forma como se sentia desperta e livre. Adorava a sensação do álcool no corpo, o turbilhão de fumaça e a emoção. Ela se sentia verdadeiramente viva como Kayla. Toda vez que se aproximava para dançar, sussurrava para si mesma: “Nada como a liberdade. Afinal, Jesus veio para os pecadores”.
Mas ela não estava sozinha. Bella e Ruth estavam vigiando. “Essa garota é um demônio”, Bella sibilou. “Por que ela simplesmente viria e tomaria o nosso lugar? Temos que lhe dar uma lição”. Certa noite, Bella conversou com Ruth: “Ela acha que é dona do clube”. Ruth assentiu: “Precisamos saber quem ela realmente é”. Elas a observavam atentamente, procurando seus segredos. E certa noite, quando Kayla saiu da boate, elas a seguiram, sem saber que estavam prestes a descobrir uma verdade que abalaria tanto a igreja quanto a noite.
Bella e Ruth não tiveram pressa. Foram pacientes. Observaram Kayla atentamente. Todas as noites ela dançava, os homens gritavam seu nome e o dinheiro caía como chuva. Mas quando a boate fechava, Kayla desaparecia silenciosamente. Sem barulho, sem amigos, sem festas pós-trabalho. Certa noite, quando Kayla saiu usando um casaco comprido, Bella sussurrou: “Hoje é o dia”. Elas a seguiram rua por rua. Kayla entrou em uma área tranquila, sem música, sem luzes. Ela parou em frente a um prédio familiar. Os olhos de Bella se arregalaram: “Essa é a área da igreja”. Kayla abriu o portão e entrou. Ruth ficou boquiaberta: “Oh meu Deus, aquela é a casa do Pastor Michael? Ela é a esposa do Pastor Michael!”. Elas a viram tirar o casaco, abrir a porta e desaparecer lá dentro. Bella rapidamente pegou o celular: “É ela”.
A partir daquele dia, começaram a planejar. Gravaram tudo: cada dança, cada grito, cada momento. Riram com desdém: “Que absurdo! Ela está enganando aquelas pessoas. Vamos desmascará-la e mandá-la de volta para a igreja. Nem mesmo nós, que somos strippers há tanto tempo, jamais cometemos algo assim”.
Chegou o domingo. A igreja estava lotada. Aquele dia era especial. Bella e Ruth estavam sentadas na primeira fila, usando óculos escuros. Havia uma tela grande no altar e o sistema de som estava pronto. O Pastor Michael pregou primeiro. Ruth sussurrou para Bella: “Veja este pastor tão inocente. Ele não faz ideia de que sua esposa é stripper”. Elas riram baixinho. Quando o Pastor Michael terminou, olhou para a congregação e sorriu para Katherine: “Igreja, ajudem-me a acolher minha linda esposa. Katherine, venha e abençoe as mulheres”.
Katherine caminhou para a frente, vestida com simplicidade, rosto sereno e sorriso gentil. As mulheres a observavam como se fosse um exemplo. Ela ergueu o microfone: “Mulheres de Deus…”. De repente, a tela ligou. Música em volume altíssimo: Boom, boom, boom. O clube apareceu na tela. No início, as pessoas riram, achando ser um erro. Então, todos congelaram. Lá estava ela: dançando, girando, sorrindo. A câmera deu zoom em seu rosto, seu corpo, e o nome apareceu na tela: Kayla.
A igreja explodiu. “Não, é ela! Jesus, a esposa do nosso pastor é uma stripper! Deus me livre!”. Katherine deixou cair o microfone. Suas pernas tremiam. Ela viu Ruth e Bella e gritou: “Por que vocês fizeram isso comigo?”. Ela se virou para o Pastor Michael, cujo rosto estava pálido. A voz de Bella ecoou no vídeo: “Esposa de pastor de dia, stripper à noite”. Gritos ecoavam pela igreja. Algumas mulheres choravam, outras gritavam e muitas saíam. Katherine caiu de joelhos: “Sou eu!”, ela gritou, “por favor, me escutem!”. Ninguém a ouviu. O Pastor Michael ficou paralisado.
Naquela mesma semana, tudo acabou. A igreja pediu que se retirassem. Mulheres bloquearam seu número. Amigos desapareceram. Até Zora a abandonou sem dizer uma palavra. Katherine arrumou suas roupas em silêncio. Chorava todas as noites: “Deus, eu só queria mais da vida. Mais de quê? Álcool, cigarros, expor meu corpo, dançar em um poste como uma prostituta?”. Ela caiu de joelhos, jogou-se no chão e gritou: “Ó Deus, por favor, tenha misericórdia de mim”.
Dois anos se passaram. Katherine viveu em silêncio. Sem igreja, sem clube, sem holofotes — apenas orações e lágrimas. Uma noite, bateram na porta. Ela abriu e era o Pastor Michael. Mais calmo, com os olhos cheios de amor. “Eu te perdoei”, disse ele. Ela desabou em lágrimas: “Mas por quê? Cometi um pecado que ninguém pode perdoar”. Ele respondeu suavemente: “Eu conheço o meu amor. Eu não estive lá para você quando você mais precisou. Eu pequei contra Deus também. E você deve saber: Jesus veio para os pecadores. Quem sou eu para não te perdoar?”.
Eles se abraçaram. Não estavam perfeitos nem totalmente curados, mas estavam em processo de cura. Ali perceberam que algumas histórias não terminam apenas em alegria, elas terminam em verdade. E, às vezes, a verdade é a maior redenção de todas.
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