“Raparigas de Lagos que comem f3z3$ humanas por dinheiro, mas o chocante”

Era uma vez, na cidade de Lagos, em um bairro movimentado chamado Ajagun, duas vendedoras de pão pobres chamadas Jane e Stephanie. Todas as manhãs, antes de o sol nascer, Jane e Stephanie acordavam muito cedo. Elas equilibravam bandejas de pães pesadas sobre as cabeças e começavam a percorrer as ruas, gritando: “Pão quentinho, pão fresco!”. Suas vidas eram muito difíceis. Havia dias em que não vendiam sequer cinco pães. O pouco dinheiro que ganhavam não era suficiente para se sustentarem, muito menos para pagar o aluguel ou comprar roupas novas. Suas roupas eram velhas e rasgadas, e seus chinelos estavam cheios de furos. Mas elas não tinham escolha; continuavam lutando porque era a única maneira de sobreviver.
Também na cidade de Lagos, não muito longe de Ajagun, vivia uma bela jovem chamada Vivien. Vivien era o tipo de pessoa que chamavam de “garota sành điệu”. Ela era muito famosa no TikTok, Instagram e Facebook. Todos os dias, ela postava fotos e vídeos ostentando carros bonitos, uma mansão luxuosa e roupas caras. Vivien costumava postar fotos de si mesma em aeroportos, restaurantes sofisticados e hotéis em Dubai. Ela usava perucas longas e brilhantes e postava vídeos dançando músicas populares. Muitas garotas admiravam Vivien, mas não conheciam seu segredo. Toda vez que Vivien postava sobre seu estilo de vida luxuoso, Jane e Stephanie se reuniam em seu pequeno quarto e usavam o telefone de Stephanie para assistir aos vídeos. Jane suspirava e dizia: “Ah, esta vida é tão desequilibrada. Veja como Vivien vive bem, viajando para todo lugar e se divertindo, enquanto nós sofremos aqui como bodes.”
Stephanie balançava a cabeça e respondia: “Irmã, se eu visse tanto dinheiro assim a ponto de largar a venda de pães, eu gostaria que ela nos mostrasse como ganhar dinheiro dessa forma.” Mas o que Jane e Stephanie não sabiam era que a riqueza de Vivien não vinha da venda de perucas. Na verdade, ela não vendia uma única peruca há seis meses. Todas as perucas de cabelo humano que ela postava nas redes sociais eram apenas para enganar as pessoas. Vivien tinha um segredo. Ela trabalhava com um homem chamado Thomas, um agente que morava em Dubai. O trabalho de Thomas era conectar garotas nigerianas a homens ricos de Dubai. Mas não era um negócio comum. Esses homens ricos pagavam as passagens aéreas, os hotéis e a alimentação das garotas. No entanto, quando a garota chegava, a situação ficava séria. Os homens ricos iam ao quarto do hotel, defecavam no chão e pediam à moça que comesse suas fezes. Sim, comer excrementos humanos.
Após o ato obsceno, eles pagavam à garota uma grande quantia em dinheiro, às vezes em dólares. Vivien já estava acostumada com esse negócio sujo. Ela já tinha feito isso muitas vezes e vivia em grande estilo, mas ninguém em Lagos sabia disso, nem mesmo sua família. Certa noite, o senhorio de Jane e Stephanie foi até a casa delas com o rosto muito zangado. “Jane, Stephanie, venham aqui fora agora!”, gritou ele. Elas saíram com aparência fraca e faminta. “Quando vão pagar meu aluguel? Já se passaram oito meses. Se vocês não puderem pagar até a semana que vem, desocupem minha casa.” Jane e Stephanie imploraram: “Senhorio, por favor, nos ajude. Pagaremos em breve.” “Chega de histórias!”, latiu o proprietário antes de ir embora. Na mesma semana, o dono da padaria onde compravam pão a crédito disse para não voltarem até pagarem o que deviam. A fome começou a castigá-las. Elas dormiam de estômago vazio, bebendo garri sem açúcar.
Certa noite, enquanto estavam deitadas em seu colchonete no quarto quente, Stephanie teve uma ideia: “Jane, e se entrarmos em contato com Vivien?” “Para quê?”, perguntou Jane. “Vamos fingir que queremos comprar uma peruca e ir à casa dela. Quando chegarmos lá, nos ajoelharemos e imploraremos que ela nos mostre o caminho.” Jane pensou e assentiu: “Sim, nada a perder. Não queremos morrer pobres assim.” No dia seguinte, Stephanie usou seu pequeno celular e falou com Vivien no TikTok: “Olá, irmã mais velha. Por favor, quero comprar uma de suas perucas, mas quero escolhê-la pessoalmente para evitar receber um produto diferente.” Vivien ficou surpresa. Ela não vendia perucas há meses, mas não queria parecer um fracasso. “Ok, sem problema. Venha”, respondeu ela, enviando o endereço.
Naquela noite, Jane e Stephanie se limparam. Usaram o último dinheiro para comprar água de saquinho e lavaram suas roupas velhas. Jane pediu um pouco de pó emprestado à vizinha para passar no rosto. Ao chegarem à casa de Vivien, ficaram chocadas. A casa era enorme, branca, com um lindo jardim e um carro limpo estacionado. Um segurança abriu o portão. Dentro de casa, Vivien estava em uma poltrona macia, vestindo um longo vestido, com cabelos que chegavam à cintura. O ambiente cheirava bem. “Boa tarde, mãe”, cumprimentaram. Vivien sorriu: “Cadê o dinheiro para a peruca?”. Em vez de responder, Jane e Stephanie se ajoelharam: “Vivien, por favor, nos ajude. Mostre-nos o caminho. Estamos sofrendo, sem comida, sem dinheiro. O senhorio quer nos despejar e a padaria parou de nos dar pão. Queremos ser como você.”
A expressão de Vivien mudou. Ela não esperava por isso. “Uhum. Vocês não estão falando sério. Vieram comprar uma peruca e agora estão implorando? Comportem-se e saiam da minha casa.” Jane e Stephanie choraram e imploraram, mas Vivien não deu ouvidos e ordenou que partissem. Elas saíram com o coração pesado, chorando todo o caminho de volta sob o sol escaldante. Seus chinelos rasgados faziam barulho na estrada empoeirada. “Stephanie, será que estamos amaldiçoadas?”, perguntou Jane. “Nem sei mais o que dizer”, respondeu Stephanie. “Se eu morrer pobre, vou dar um tapa na cara de Deus no céu.” Ambas riram amargamente; mesmo tristes, encontravam um jeito de fazer piada.
Naquela noite, enquanto Vivien navegava pelo celular, uma mensagem de seu agente em Dubai apareceu: “Querida, tem alguma garota nova disponível? Meu chefe quer rostos novos na semana que vem. O pagamento será alto desta vez.” Vivien pensou em Jane e Stephanie. Lembrou-se de seus rostos famintos e lágrimas. Um sorriso malicioso surgiu em seu rosto. “Muito bem, vou usar estas”, disse para si mesma. Ela mandou uma mensagem para Stephanie: “Ei, garota, você ainda está interessada em ganhar dinheiro?”. Stephanie gritou de empolgação e mostrou a Jane. “Jesus Cristo!”, respondeu ela. Sem perder tempo, escreveram: “Sim, maninha. O que você disser, estamos prontas.”
Vivien marcou um encontro em um shopping na Ilha Vitória na manhã seguinte. Jane e Stephanie vestiram suas melhores roupas — as mesmas de sempre. Como não tinham dinheiro para o transporte, imploraram a um taxista que as levasse, prometendo pagar na volta. O homem riu: “Querem ir à Ilha Vitória sem dinheiro?”. Mas, com pena, ele as levou. No shopping, ficaram boquiabertas com o luxo e o perfume do lugar. Vivien as esperava com um vestido brilhante e óculos escuros. “Vocês parecem ratinhas famintas”, zombou. “Mas logo brilharão como eu.” Elas riram, fingindo não se sentirem insultadas. Vivien comprou roupas, perfumes e celulares novos para elas. Jane dançou de alegria na loja, e Stephanie se ajoelhou gritando: “Deus, estou voltando para o dízimo!”.
Vivien explicou que viajariam para Dubai em três dias. Passaportes e passagens seriam providenciados pelo agente. Jane perguntou que tipo de negócio fariam. Vivien sorriu: “Não se preocupe, lá você verá que é um negócio simples e lucrativo.” A fome as havia consumido; elas só queriam dinheiro. Três dias depois, no aeroporto, Jane quase desmaiou ao ver os aviões enormes. Ao pousarem em Dubai, um carro preto as levou a um hotel que parecia um palácio. Comeram pizza, frango e sorvete pela primeira vez. “Ah, essa vida!”, exclamou Jane. Mas a alegria durou pouco. À noite, Vivien reuniu as duas: “Escutem, os homens virão e pagarão muito, mas tem um detalhe: eles vão defecar e vocês vão comer. Sem reclamar. Se fizerem isso, ganharão milhares de dólares.”
Os olhos de Jane se arregalaram. Stephanie balançou a cabeça: “Deus me livre.” Vivien riu: “Se não quiserem, continuarão pobres para sempre. Só uma noite e a vida de vocês muda.” O silêncio reinou; a fome havia calado a moral delas. Três homens entraram no quarto e jogaram maços de dólares na mesa. O negócio sujo começou. Jane chorava silenciosamente. Stephanie quase vomitou, mas Vivien gritou: “Façam agora ou voltem para a pobreza.” Pela manhã, cada uma recebeu 20.000 dólares. De volta a Lagos, transformadas, Jane reformou a casa da família na aldeia e Stephanie comprou um carro e um apartamento. Continuaram viajando com Vivien e a riqueza cresceu, mas a escuridão que as seguia também aumentou.
Dois anos depois, as coisas mudaram. Vivien adoeceu. Seu estômago endureceu e ela começou a vomitar um líquido preto. No hospital, a jovem vibrante parecia uma casca vazia. Os médicos estavam confusos: “Não conseguimos descobrir a causa. Isso está além do conhecimento médico. Sugiro que a levem a um curandeiro tradicional.” Jane e Stephanie levaram Vivien para Barbara Kofi, um curandeiro em Ajagun. Ele olhou para Vivien e disse: “Esta aí está em negócios sujos. Ela está comendo fezes por dinheiro. Se quiserem que ela viva, doem tudo o que têm — dinheiro, casa, carros — para um orfanato. Ou então ela morrerá, e vocês duas morrerão junto.”
Jane protestou: “Não posso perder tudo agora. Sabe quantas vezes passei fome?”. Elas decidiram tentar outro lugar, mas no caminho, Vivien deu seu último suspiro e morreu. Meses depois, Stephanie começou a tossir sangue e caiu no chão. Jane a levou a um profeta que viu no Facebook, localizado em Badagry. O profeta pediu um milhão de nairas e duas cabras brancas para um sacrifício. Jane transferiu o dinheiro imediatamente, mas na manhã seguinte, a casa do profeta estava vazia e abandonada. “Fui enganada!”, gritou Jane. Ao chegar em casa, Stephanie estava morta.
Logo, Jane começou a sentir dores de estômago e tossir sangue. Assustada, fugiu para sua aldeia e contou tudo à família. Apesar dos esforços do curandeiro local com ervas e poções, o corpo de Jane estava fraco. Meses depois, ela morreu no quarto da mãe. A riqueza desapareceu, os carros foram vendidos e as casas ficaram vazias. Fica a pergunta: se você estivesse no lugar de Jane e Stephanie, arriscaria sua dignidade por dinheiro fácil? A lição moral é clara: a ganância mata. Nunca sacrifique sua saúde e futuro por riquezas passageiras. O mundo pode celebrar vidas falsas nas redes sociais, mas segredos obscuros destroem vidas por trás das câmeras. Trabalhe honestamente, pois mãos limpas sempre vencem no final.










