Prefere o PEP!NO ao PEQUENO PÊN!$ do marido.

Enquanto subia as escadas, ouviu uma série de sons abafados que o paralisaram. O coração de Ami disparou. Ele reconheceu a voz da esposa, mas o som que ela emitia era diferente de tudo que já ouvira dela. Seu peito apertou quando um pensamento sombrio lhe ocorreu: será que ela estaria com outro homem? Ele foi na ponta dos pés até a porta do quarto e a empurrou delicadamente. Seus olhos percorreram o cômodo. O que viu o deixou paralisado. Ami não era apenas uma mulher de beleza estonteante, daquelas que atraem olhares por onde passa. Sua pele radiante e elegância cativante chamavam a atenção de todos os homens que conhecia. Mas não era só a beleza que a definia: ela era inteligente, espirituosa e ambiciosa. No entanto, quando se tratava de relacionamentos, ela não tinha tido muita sorte. Tivera alguns relacionamentos, alguns bons, outros ruins, mas nenhum durou o suficiente para que ela vislumbrasse um futuro. Isso até conhecer Ami. Ami era diferente. Ele era o tipo de homem com quem toda mulher sonhava em se casar: rico, elegante, generoso e profundamente carinhoso. Ele administrava um grupo de empresas de sucesso e seu nome era conhecido na comunidade desde o momento em que a conheceu. Ele não conseguia tirar os olhos dela, admirava tudo nela e não fazia nenhum esforço para esconder. Amobi a cobria de atenção, presentes e palavras doces que derretiam seu coração, mas por trás da fachada de Amobi, havia um segredo que nem ele mesmo conhecia: seus relacionamentos passados, por mais promissores que parecessem, sempre terminaram em decepção. Vez após vez, as mulheres que ele amava o deixavam sem uma explicação real; pegavam seus presentes, desfrutavam de seu dinheiro e saíam de sua vida como se nada tivesse acontecido. Ela atribuía tudo à má sorte no amor, sem jamais suspeitar do verdadeiro motivo: seu pênis pequeno. Quando começou a namorar Amobi, sentiu como se tivesse encontrado o prêmio máximo. Ele a tratava como uma rainha, dando-lhe tudo o que ela poderia desejar; era atencioso e generoso além das palavras. Por um tempo, acreditou ter encontrado o homem perfeito, mas então chegou a noite que destruiu sua fantasia. Era a primeira noite deles juntos, nervosa e animada, esperando que Amobi tomasse a iniciativa e a conquistasse. Em vez disso, o que se seguiu a deixou confusa e frustrada. O pênis de Amobi era menor do que ela imaginava, muito menor. Ela tentou esconder sua decepção, mas não foi fácil. Ela se contentava com o sorriso dele e fingia que tudo estava bem. Afinal, como poderia arriscar perder um homem como Ami por algo que não podia controlar? Conforme os dias se transformavam em semanas, ela ficava cada vez mais inquieta a cada momento íntimo. Ela se pegava fingindo emoções que não sentia. Amobi parecia alheio aos seus verdadeiros sentimentos, contente e até orgulhoso de sua performance. Ele a olhava depois, sorrindo e satisfeito, enquanto ela lutava contra a vontade de gritar no travesseiro. Apesar de suas reservas, ela não podia negar que Amobi era um sonho realizado em todos os outros sentidos. Ele era o tipo de homem que não apenas dizia que a amava, mas demonstrava isso de todas as pequenas maneiras. Ele a surpreendia com flores, planos para escapadas espontâneas e nunca a deixava mover um dedo quando estavam juntos. Então, quando Amobi a pediu em casamento da maneira mais romântica imaginável – um jantar a dois com fogos de artifício iluminando o céu noturno – ela não conseguiu dizer não. Ela aceitou o pedido com lágrimas nos olhos, jurando a si mesma que encontraria um jeito de fazer o casamento dar certo, não importava o que acontecesse. O casamento foi o assunto da cidade; os convidados chegaram em seus melhores trajes. E a decoração brilhava como algo saído de um conto de fadas. Ela estava deslumbrante em seu vestido branco e Amobi não conseguia parar de sorrir enquanto a observava caminhar até o altar. Eles trocaram votos e prometeram amar um ao outro para sempre. A vida de casados começou em grande estilo. Ami, fiel ao seu amor, fez de tudo para fazê-la feliz: comprou um carro novo e elegante, deu-lhe uma mesada que financiaria um pequeno negócio e garantiu que nada lhe faltasse. No início, ela estava radiante com o luxo, a atenção e o amor. Mas, com o passar do tempo, sua insatisfação cresceu. Os presentes e o dinheiro, embora maravilhosos, não a distraíam do vazio que sentia no quarto. Ela sabia que não podia continuar ignorando o problema para sempre, mas como poderia abordá-lo? O ego de Ami era frágil e ela não queria magoar o homem que lhe dera tanto. Decidiu que, em vez de confrontá-lo, encontraria sua própria solução. Ela considerou várias opções: pensou em comprar um vibrador, algo discreto que pudesse usar quando Amobi não estivesse por perto, mas o risco de ele descobrir era muito grande. Ela não suportava a ideia de que ele se deparasse com aquilo e percebesse o significado. Certa noite, enquanto estava acordada mexendo no celular, uma ideia lhe ocorreu. Ela havia lido em algum lugar que pepinos podiam ser usados como substitutos para brinquedos eróticos. A princípio, a ideia pareceu ridícula, mas quanto mais pensava nisso, mais fazia sentido. Pepinos eram itens inocentes do dia a dia. Amobi jamais suspeitaria de nada se os visse em casa. No dia seguinte, fui ao mercado com uma nova missão. Ela selecionou cuidadosamente os pepinos, escolhendo os que pareciam perfeitos para suas necessidades. Fez questão de pegar tamanhos diferentes para experimentar. Em casa, guardou-os na geladeira, garantindo que permanecessem frescos e prontos para uso sempre que Amobi saísse para trabalhar. Aproveitando a oportunidade, ela pegava um dos pepinos, se refugiava na privacidade do quarto e se satisfazia de uma maneira que não conseguia fazer com o marido. Depois, limpava tudo meticulosamente, cortando o pepino enorme em pedaços e jogando-os fora em um pequeno saco plástico preto. A rotina se tornou seu pequeno segredo. Ela o guardava com fervor. Para ela, era inofensivo. Ela não estava se lamentando, dizia a si mesma que estava simplesmente encontrando uma maneira de preencher o vazio que Amobi não conseguia. Mas segredos têm um jeito de se revelar, e não demorou muito para que Amobi começasse a notar algo estranho: a geladeira sempre parecia ter pepinos, não importava quantas vezes ele os comesse, e eram pepinos quaisquer, de tamanhos diferentes, quase como se estivéssemos conduzindo um experimento estranho. Certa noite, enquanto jantavam, Ami decidiu perguntar: “Meu amor, por que sempre temos tantos pepinos na geladeira? Você está tentando uma receita nova?” “Não sei sobre…” O coração de Le se acelerou, mas ela se forçou a manter a calma; não podia deixá-lo suspeitar da verdade. “Ah, não é nada disso”, disse ela, rindo contidamente. “Eu os uso para desintoxicar meu corpo e manter minha pele radiante. Você notou como estou radiante ultimamente, não é?” Sorri, satisfeita com a explicação dela. “Claro, minha rainha, você está sempre linda.” Para sua surpresa, Amobi não apenas aceitou a desculpa, como a acolheu. “Essa é uma ótima ideia”, disse ele. “Vou começar a comer mais pepinos também.” Howal, afinal, é riqueza. Eu apenas congelei, sem saber como responder, mas antes que ela pudesse pensar em uma desculpa, Amobi se levantou e lhe deu um pepino da geladeira. Ele o lavou, cortou e comeu ali mesmo na mesa. “Isso é bom”, disse ele, assentindo em aprovação. “De agora em diante, certifique-se de que sempre tenhamos muitos pepinos em casa. Aliás, compre mais quando for ao mercado.” Ela apenas sorriu, com a mente girando. Ela havia se safado com seu segredo e agora seu marido estava comendo os mesmos pepinos que ela usava para sua própria satisfação. Desde que Amobi descobriu sua nova fantasia com pepinos, ela começou a encontrar maneiras de evitar intimidade com o marido. Não era que ela não o amasse, ela o amava à sua maneira, mas toda vez que Amobi tentava se aproximar dela, um sentimento de pavor a invadia. Ela não conseguia mais fingir, e a ideia de fingir a deixava desconfortável. “Você está bem?” “Eu vou fingir.” Uma noite, enquanto estavam deitados na cama, ele estendeu a mão para acariciar seus cabelos, com a voz cheia de preocupação. “Eu estou”, ela respondeu, virando-se para ele com um pequeno sorriso de desculpas. “Eu só estou cansada.” Amor, eu passei o dia todo com a Crums, estou ao lado dela e beijei sua testa. Você deveria descansar, me avise se precisar de alguma coisa. Esse se tornou o objetivo dela: desculpar a dor de cabeça, o desconforto ou a sempre confiável “Estou menstruada”. Sendo o marido compreensivo e amoroso que sempre fora, ele nunca a pressionou, simplesmente segurou sua roupa, alheio ao fato de que sua esposa estava evitando a intimidade por razões que ele não conseguia entender. Quando Amobi saía para trabalhar todas as manhãs, ela limpava a casa, ia ao mercado e preparava suas comidas favoritas, mas sua parte preferida do dia era quando estava sozinha. Era quando ela ia até a geladeira, escolhia sua sobremesa favorita e se refugiava no andar de cima, em seu santuário particular. Nesses momentos, ela se sentia completamente livre, no controle do seu prazer. Ela se convencia de que era inofensivo, que não estava traindo, pelo menos não com outro homem. Esse era o seu pequeno segredo, sua maneira de lidar com o único aspecto do casamento que a deixava insatisfeita. Certa noite, enquanto estavam sentados na sala, Amobi ergueu os olhos do celular e disse: “Tenho uma viagem de negócios amanhã. Ficarei fora por uma semana.” O coração de Le disparou com alegria, embora rapidamente tenha demonstrado preocupação: “Uma semana? Isso é tão repentino! Tem certeza de que ficará bem?” Amobi sorriu para ela: “Claro, meu amor, é apenas uma reunião rápida com um novo cliente. Voltarei antes que você perceba.” Só sei o que é estar morta. Ela fingia estar triste com a partida dele, mas, no fundo, mal podia esperar que ele fosse embora. Uma semana inteira sozinha significava que ela poderia se entregar à sua fantasia sem medo de ser interrompida. Na manhã seguinte, ela ajudou Amobi a colocar as malas no carro, acompanhou-o até o veículo e lhe deu um beijo de despedida. Seu rosto era a própria imagem da devoção. “Viaje em segurança, meu amor. Sentirei sua falta”, disse ela, acenando enquanto o carro desaparecia rua abaixo. Assim que fechou a porta, um sorriso travesso se espalhou por seu rosto. Ela foi direto para a geladeira e escolheu sua torta favorita, sua mente já fervilhando de animação. Angly L brotou na cama. Perdida em sua fantasia, o quarto estava cheio de móveis macios e espaços ocasionais enquanto ela se entregava aos seus pensamentos. Ela não fazia ideia de que, lá embaixo, Amobi procurava suas chaves, tendo voltado para buscar seu passaporte esquecido. Quando Amobi entrou na casa, ele ficou surpreso com o silêncio e chamou, mas não houve resposta. Deu de ombros, supondo que ela estivesse lá em cima. Enquanto subia as escadas, ouviu uma série de sons abafados que o paralisaram. O coração de Ami disparou. Ele reconheceu a voz da esposa, mas os sons que ela emitia eram diferentes de tudo que já ouvira dela. Seu peito apertou quando um pensamento sombrio lhe ocorreu: será que ela estaria com outro homem? Ele foi na ponta dos pés até a porta do quarto e a empurrou delicadamente, seus olhos percorrendo o cômodo. O que viu o deixou paralisado. Na cama de casal, estava uma mulher emaranhada nos lençóis, o rosto corado de prazer e um pepino na mão, o mesmo pepino que ele vira na geladeira naquela manhã. A voz de Ami trovejou, assustando-a. Ela deixou cair o pepino como se o tivesse queimado. A mulher se apressou em se cobrir, o rosto pálido de choque e angústia. “Ami, eu posso explicar.” O rosto de Ami era uma mistura de raiva e confusão. “Explique, explique o quê? Minha esposa estava se escondendo com um vegetal? É isso que você faz quando eu não estou aqui?” Lágrimas encheram os olhos de Ami. Ela não conseguia se recompor. Ao encontrar seu olhar, Ami disse: “Desculpe, Ami, eu não queria que você descobrisse assim.” A voz de Ami suavizou, embora sua raiva ainda fosse evidente. “Por que, Ami? Por que você faria isso? Eu não sou suficiente para você?” Ela cobriu o rosto com as mãos. “Eu não quero te machucar”, disse ela, a voz quase um sussurro, “mas seu pênis é muito pequeno. Eu tentei ignorar, mas não consigo. Eu não sabia como te dizer sem partir seu coração.” Amobi cambaleou para trás. As palavras o atingiram como um soco no estômago. Ninguém nunca havia lhe dito isso antes. Nenhuma de suas ex-namoradas sequer insinuara algo assim. Ele relembrou seus relacionamentos passados, revivendo cada término em sua mente. Seria possível que esse fosse o motivo o tempo todo? Sem dizer mais nada, Amobi pegou seu passaporte e saiu de casa, batendo a porta atrás de si. Enquanto dirigia para o aeroporto, sua mente se enchia de pensamentos. Ele se sentia humilhado, traído e inadequado, tudo ao mesmo tempo. Mas, por baixo da raiva, ele não conseguia ignorar a verdade. Nas palavras de Ami, ele vinha falhando com sua esposa sem nem mesmo perceber. Quando chegou ao hotel, a raiva de Ami havia se transformado em tristeza. Ele ignorou as ligações de Am, envergonhado demais para consertá-la. Naquela noite, ele ficou acordado refletindo sobre seu casamento e seus relacionamentos passados. Pela primeira vez, ele percebeu um padrão: todas as mulheres que o haviam deixado. Seria esse o motivo? Todas haviam sofrido em silêncio como H? Na manhã seguinte, Ami acordou com um sentimento de resolução. Ele amava Am e, se ela estava infeliz, era seu dever consertar as coisas. Ele começou a pesquisar maneiras de melhorar a intimidade entre eles, lendo artigos e assistindo a vídeos. Ele até procurou um terapeuta, que o assegurou de que a auto-intimidação não definia a capacidade de um homem de satisfazer sua parceira. Durante sua viagem, Amo era chamado de “amor” todas as noites. Seu tom gentil a surpreendeu. Em vez de acusá-la ou fazê-la se sentir pior, ele a tranquilizou, dizendo que eles superariam isso juntos. “Casamento é sobre entender um ao outro. Prometo me esforçar para melhorar”, disse ele. Eu apenas chorei lágrimas de alívio. “Obrigada, Amobi. Sinto muito por te magoar. Vou te apoiar no que puder.” Quando Amobi voltou da viagem de negócios, eu apenas o cumprimentei com um abraço apertado. “Senti sua falta”, ela sussurrou. “Eu também senti sua falta”, ele respondeu, beijando-a. Naquela noite, enquanto conversavam abertamente, Ami compartilhou seus sentimentos sem julgamentos. Ele contou a ela sobre os passos que estava tomando para se aprimorar e prometeu ser paciente e compreensivo. Mais tarde, deitados na cama, dedicaram-se a explorar um ao outro, redescobrindo a intimidade que haviam perdido pela primeira vez em meses. Ani sentiu-se verdadeiramente conectada ao marido e, nas semanas seguintes, o amor deles só dependia dos pepinos, que antes eram fonte de segredos e amarras, agora não eram mais necessários. Ela os descartou, optando por se concentrar no homem que estava disposto a fazer o que fosse preciso para fazê-la feliz. Juntos, construíram um casamento mais forte, repleto de amor, compreensão e confiança. E com o passar dos anos, sua casa foi abençoada com o riso das crianças, um testemunho do lar que tanto trabalharam para reconstruir. Eles enfrentaram suas dificuldades, mas, no fim, o amor deles era mais forte do que nunca. Chegamos ao fim desta história. Se você gostou e assistiu até aqui, não se esqueça de se inscrever, curtir, deixar sua opinião nos comentários e compartilhar meus vídeos com seus amigos e familiares. Até a próxima história!










