Mulher rica e solitária raptou rapaz e fez-lhe isso até…

Mulher rica e solitária raptou rapaz e fez-lhe isso até…

Prince tinha apenas 21 anos, era um rapaz alto, magro e bonito, com um charme capaz de fazer qualquer garota sorrir sem que ele precisasse dizer muita coisa. No campus, ele não era o mais rico, nem o mais inteligente, mas tinha jeito com as palavras e uma sede por uma vida tranquila. Ele queria conforto. Ele queria coisas que garotos da sua idade só podiam sonhar: roupas elegantes, o celular mais moderno, dinheiro no bolso e o tipo de respeito que vinha quando as pessoas o chamavam de presidente. Em seguida, chegou a senhora Belinda.

Ela tinha 44 anos, era uma mulher que tinha visto dinheiro, tocado em dinheiro e vivido com dinheiro. Ela tinha seus próprios negócios, carros e uma casa grande em East Lean. Ela também era linda, elegante, sempre se vestia bem e se portava como uma rainha que sabia que era dona do pedaço. Ela era mais velha, sim, mas tinha algo que a maioria das mulheres jovens não tinha: poder, influência e a confiança que advém do sucesso. Quando Prince a conheceu, não foi apenas atração; foi uma oportunidade.

Para ela, Prince era jovem, cheio de energia e com uma energia contagiante, exatamente o que ela desejava em suas noites solitárias. Para ele, Belinda era um bilhete premiado. E, muito rapidamente, ela lhe deu tudo. Não se trata apenas de mesada; não, ela pagou as mensalidades escolares dele antecipadamente. Ela lhe deu um carro. Ela conseguiu para ele um apartamento totalmente mobiliado fora do campus, um lugar muito melhor do que os quartos hostis em que seus colegas se apertavam. Ela comprou roupas, tênis, perfumes e relógios para ele. Ela proporcionou a ele um estilo de vida que ele jamais imaginou ser possível aos 21 anos.

E não era apenas amor que ela estava oferecendo; foi um investimento. Ela disse a ele sem rodeios: “Príncipe, estou te dando tudo isso porque você é meu. Depois da escola, você vai se casar comigo. Você não vai correr atrás de outras garotas. Sou eu quem banca a sua vida.” E o Príncipe sorriu, acenou com a cabeça e disse sim. É claro que ele concordou. Por que não faria isso? Ela estava praticamente depositando ouro aos pés dele. Ele prometeu a ela o futuro que ela desejava, dizendo que se casaria com ela depois da escola. Mas, no fundo, ele nunca quis dizer aquilo.

Para Prince, Belinda era apenas um banco, uma patrocinadora, alguém que ele podia usar para ascender e brilhar. Ele se achava mais esperto. Ele pensou que poderia entrar no jogo, conseguir tudo o que queria e depois ir embora quando bem entendesse. E assim, o acordo foi selado. Muito em breve, o garoto que antes pedia dinheiro aos amigos era agora o que estourava champanhe nas festas do campus. Seus colegas o observaram com inveja enquanto ele dirigia seu carro até a escola. As garotas se aglomeravam ao redor dele, chamando-o de presidente. Ele vivia como um rei, e tudo isso graças a Belinda.

Mas aqui está o ponto: enquanto Prince pensava que estava no controle, Belinda acreditava que era ela quem puxava os cordões. Na cabeça dela, dinheiro era poder. E como era ela quem financiava toda a vida dele, acreditava que ele lhe pertencia. Ela o lembrava constantemente: “Não me envergonhe. Nem pense em namorar outra pessoa. Eu sou a razão pela qual você está vivendo esta vida.” E todas as vezes, Prince sorria, beijava a mão dela e dizia: “Nunca, meu bem. Você é a única.” Mas esse foi o começo do jogo perigoso, um jogo construído sobre mentiras, controle, ganância e obsessão.

No início, Prince desempenhou seu papel muito bem. Sempre que Belinda ligava, ele atendia. Sempre que ela pedia para vê-lo, ele ia. Ele sorria para ela, sussurrava palavras doces e agia como o namorado mais fiel. Ela acreditava nele. Ela acreditava que o tinha sob controle. Mas, no fundo, Prince estava inquieto. Ele tinha apenas 21 anos, energia, beleza e charme. As garotas do campus notaram seu estilo de vida extravagante. Elas viam seu carro, seus tênis, suas camisas de grife e a maneira como ele esbanjava dinheiro nas festas. De repente, Prince não era apenas mais um garoto; ele era o sonho. E ele adorava a atenção.

Ele dizia para si mesmo: “Como posso aproveitar todo esse dinheiro e não aproveitar as garotas também?” Ele sabia do aviso de Belinda: “Não veja mais ninguém.” Mas ele não se importava. Em sua mente, ele era esperto demais. Ele pensava que, mesmo se ela descobrisse, ele sempre poderia convencê-la com palavras doces, implorar, e ela o perdoaria. Afinal, ela já não tinha investido demais nele para deixá-lo ir? Então, Prince começou a levar uma vida dupla.

De dia, era o filho obediente da sugar mummy, sempre dizendo sim, sempre sorrindo, sempre fingindo ser fiel. À noite, era o rei das garotas da faculdade, entrando sorrateiramente nos alojamentos, levando garotas para sair e mimando-as com dinheiro que nem era dele. Ele escondia bem. Era cuidadoso. Nunca postava fotos das garotas. Nunca deixava Belinda ver nada suspeito em seu celular quando estava com ela. Para os amigos, ele ria e se gabava: “Estou aproveitando os dois lados. Ganho dinheiro e sexo com minha sugar mummy e também fico com as garotas da faculdade.”

Isso durou meses. Ele achava que tinha dominado o jogo. Mas o problema com segredos é que eles nunca ficam escondidos para sempre. Uma garota com quem ele estava saindo, uma beleza de pele clara do segundo ano, não resistiu a exibi-lo. Para ela, Prince não era apenas mais um cara; ele era o presidente do conselho que dirigia um carro, o cara que todos invejavam. Ela queria que o mundo soubesse que ele era dela. Então, certa noite, ela postou uma foto dos dois juntos no Instagram.

Prince não percebeu de imediato, mas Belinda sim. Navegando pelo celular tarde da noite, ela se deparou com a publicação. Seus olhos se estreitaram. Lá estava ele, o garoto que ela havia alimentado, vestido, patrocinado e com quem havia planejado um futuro, sorrindo com outra garota. Seu peito apertou. Ela não chorou. Ela não gritou. Ela apenas encarou a tela; seu rosto calmo, mas sua mente a mil. E naquele momento de silêncio, algo mudou dentro dela. Ela não o confrontou imediatamente. Ela não enviou mensagens raivosas. Não. Em vez disso, ela sorriu para si mesma e sussurrou: “Então, é assim que você quer me manipular? Certo.”

A partir daquela noite, Belinda começou a planejar. O coração de Belinda queimava de raiva, mas seu rosto nunca demonstrou. Ela não ligou para Prince para brigar. Ela nem sequer perguntou sobre a garota. Em vez disso, agiu normalmente. Continuou enviando dinheiro para ele, continuou checando como ele estava, continuou sorrindo como se nada tivesse mudado. Prince relaxou. Ele pensou que estava tudo bem. Ele não fazia ideia da tempestade que se aproximava.

Numa sexta-feira à noite, Belinda ligou para ele. Sua voz era calorosa, doce, ainda mais suave que o normal. “Amor, vem aqui amanhã. Tenho um dinheiro para você. Você disse que precisava de dinheiro para as provas, não é? Vou te dar.” Os olhos de Prince brilharam. Dinheiro era sempre um bom motivo para aparecer. Sem hesitar, ele concordou. “Sim, amor. Eu vou. Você sabe que é a única para mim.”

Na tarde seguinte, ele dirigiu até a mansão dela. O local estava silencioso, o ar pesado. Belinda o recebeu com seu charme habitual, sorrindo como se nada estivesse errado. Ela lhe serviu sua bebida favorita, cuidadosamente colocada num copo gelado. Prince bebeu sem pensar duas vezes. Minutos depois, sua visão ficou turva. Sua cabeça ficou pesada. Seu corpo parecia fraco, como se o chão o estivesse puxando para baixo. Confuso, ele tentou falar, mas sua língua estava pesada. Sua última visão antes de desmaiar foi o rosto calmo de Belinda, observando-o sem pânico, sem medo, apenas friamente sob controle.

Quando Prince abriu os olhos novamente, tudo estava diferente. Ele estava deitado em uma pequena cama em um quarto mal iluminado que nunca tinha visto antes. Suas mãos estavam amarradas, suas pernas também. As paredes estavam nuas, as janelas lacradas. Não era apenas um quarto; era uma prisão. O pânico subiu em seu peito. Ele puxou as cordas, mas estavam muito apertadas. Ele gritou, sua voz ecoando pelas paredes. Nenhuma resposta.

Então a porta rangeu ao se abrir. Belinda entrou lentamente, vestida com um roupão de seda, o rosto calmo, mas os olhos penetrantes. Ela parou na porta, observando-o se debater. “Prince”, disse ela suavemente, quase como se estivesse o confortando. “Depois de tudo que fiz por você, acha que vou deixar você me usar? Meu dinheiro, meu corpo, meu amor, e simplesmente ir embora? Nunca.”

Ele congelou, a respiração ofegante. “Belinda, por favor. Não é o que você pensa.” “Cale a boca!”, ela disparou, a voz repentinamente cortante, sua elegância agora fria como aço. “Você acha que sou estúpida? Eu comecei do nada. Ganhei dinheiro sendo esperta, desmascarando mentirosos e trapaceiros. Mas com você, escolhi me apaixonar. Esse foi meu único erro.” Ela se aproximou, seus saltos clicando suavemente no chão. “Se eu não posso ter você, Príncipe, ninguém terá. Você é meu agora e ficará aqui comigo. Onde posso te vigiar, onde você não poderá me trair novamente.”

O coração do Príncipe disparou. Ele puxou as cordas. Implorou, chorou, mas Belinda não hesitou. Ela apenas sorriu, um sorriso lento e aterrador, enquanto sussurrava: “Com o tempo, você entenderá. Isso é o melhor para o nosso amor.” E com isso, ela trancou a porta, deixando-o preso no escuro.

Os dias se transformaram em noites e as noites em dias. Prince já havia perdido a noção de quanto tempo estava naquele quarto. As cordas cravaram-se em seus pulsos e tornozelos, deixando marcas em sua pele. O ar estava pesado, o silêncio ensurdecedor. Cada som vindo de fora — passos, o rangido do portão, uma buzina de carro — fazia seu coração disparar na esperança de que fosse alguém vindo salvá-lo. Mas era sempre ela: Belinda.

Ela chegava vestida lindamente, exalando um perfume caro, carregando uma bandeja de comida. Ela colocava a comida no chão, desamarrava as mãos dele o suficiente para que ele comesse e, em seguida, amarrava-as novamente quando ele terminasse. Às vezes ela sorria, às vezes repreendia, mas sempre mantinha o controle. “Veja, Príncipe”, ela dizia enquanto ajustava as cordas dele. “Isso é bom para nós. Lá fora, você se sente tentado. Lá fora, você mente e engana. Mas aqui, você é minha. Só meu.”

“Por favor, Belinda, me desculpe”, implorou Prince. Sua voz embargou, seus olhos inchados de tanto chorar. “Cometi um erro. Nunca mais farei isso. Por favor, me deixe ir. Eu juro que serei fiel.” Mas ela apenas riu baixinho, balançando a cabeça. “Você acha que vou cair nas suas palavras doces de novo? Eu não sou estúpida, Príncipe. Eu te dei tudo: dinheiro, conforto, amor. Você acha que eu vou deixar você jogar isso fora? Não. Se eu não posso ter você, ninguém pode.”

A pior parte não era a comida, as cordas ou mesmo os dias intermináveis de silêncio. A pior parte era quando Belinda o queria. Às vezes, ela entrava no quarto tarde da noite com um pequeno borrifador na mão. Ela sussurrava: “Não resista, querido”, antes de borrifar o produto no rosto dele. O líquido o deixava tonto, fraco, incapaz de resistir. Então, enquanto ele oscilava entre o sono e a vigília, ela o usava, pegando o que queria. Quando ele acordava, seu corpo estava pesado, exausto, violado. Ele chorava em silêncio, pressionando o rosto contra o travesseiro, desejando poder desaparecer.

Três semanas se passaram. No campus, sua ausência se tornou impossível de ignorar. Seus amigos ficaram preocupados. Ligaram para o celular dele várias vezes, mas não houve resposta. Foram até o apartamento dele: trancado e vazio. Logo, começaram a circular sussurros: “Onde está o Príncipe?”, “Você o viu?”. Finalmente, seus amigos mais próximos foram à polícia. A investigação começou no campus. O desaparecimento de Prince era agora o assunto de todos.

Alguns pensavam que ele tinha viajado. Outros sussurravam que talvez ele tivesse se envolvido com más companhias e algo terrível tivesse acontecido, mas seus amigos mais próximos sabiam que algo estava errado. Eles registraram o desaparecimento e a polícia entrou em ação. Os policiais começaram a fazer perguntas. Com quem ele foi visto pela última vez? Onde ele costumava ir? Quem está pagando suas contas? Não demorou muito para que um quadro começasse a se formar. Todos sabiam que Prince tinha uma sugar mummy.

No início, as pessoas riam quando a polícia perguntava sobre ela. Alguns até brincavam: “Se vocês estão procurando o Prince, verifiquem a casa daquela mulher.” Mas o riso se dissipou à medida que os dias passavam e Prince continuava desaparecido. A polícia foi até a mansão de Belinda. Ela os recebeu graciosamente, seu sorriso calmo nunca deixando seu rosto. Quando perguntaram se ela tinha visto Prince, ela balançou a cabeça negativamente. “Já faz semanas. Achei que ele estivesse ocupado com a faculdade. Vocês sabem como esses garotos são”, disse ela suavemente, quase convincentemente.

Os policiais olharam em volta, mas não encontraram nada de incomum. A casa dela estava impecável, seu tom confiante. Eles foram embora sem nada, mas a investigação não parou. Semanas se transformaram em meses e o caso de Prince se recusava a morrer. Seus pais choravam em estações de rádio implorando por informações. Cartazes com o rosto dele se espalharam pela cidade. Estudantes marcharam, exigindo respostas. A pressão sobre a polícia aumentou.

Finalmente, uma pista surgiu. Imagens de câmeras de segurança de um vizinho apareceram. Granuladas, mas nítidas o suficiente, mostravam Prince entrando na propriedade de Belinda no mesmo dia em que foi visto pela última vez, mas não havia imagens dele saindo. Isso foi o suficiente para a polícia agir. Desta vez, eles não vieram com perguntas; vieram com um mandado.

Belinda tentou manter a calma, mas suas mãos tremiam enquanto os policiais percorriam cada canto de sua mansão. Eles abriram armários, afastaram móveis, revistaram sua garagem, sua cozinha, até mesmo seu jardim. Horas se passaram e nada. Alguns policiais começaram a duvidar. Talvez ele tivesse saído por outro portão. Talvez ela fosse realmente inocente. Mas um policial, desconfiado, continuou batendo nas paredes. Em um dos cômodos dos fundos, sua mão atingiu uma seção que soou oca. Eles pararam, batendo com mais força. Perceberam que era uma parede escondida.

Mais alguns golpes e uma pequena porta foi arrombada. Atrás dela havia um quarto secreto e, lá dentro, amarrado a uma cama, fraco e trêmulo, estava Prince. O quarto ficou em silêncio. Os policiais congelaram por um momento, chocados com a cena. Os olhos de Prince se encheram de lágrimas enquanto ele sussurrava, sua voz quase inaudível: “Me ajudem!”. Belinda estava parada na porta, sua máscara de calma finalmente se quebrando, seu rosto pálido quando os policiais a agarraram. Aquele foi o fim do seu controle.

No dia em que Prince foi resgatado, a notícia se espalhou como fogo em palha seca. Vídeos gravados com os celulares dos policiais vazaram online. As pessoas o viram magro, fraco, com o rosto pálido e os olhos fundos. O outrora extravagante presidente do campus agora parecia uma sombra de si mesmo. E logo atrás dele, algemada, estava Belinda. A elegante e rica mulher que antes inspirava respeito agora era arrastada por sua própria propriedade. Os vizinhos cochichavam, flashes de câmeras brilhavam e jornalistas gritavam perguntas: “Senhora, por que a senhora fez isso?”, “É verdade que o manteve aqui por meses?”.

Ela não disse nada. Sua cabeça estava baixa, sua túnica arrastando no chão. Ao anoitecer, seu nome estava em todos os lugares: TV, rádio, blogs, redes sociais. “Empresária presa por manter namorado universitário em cárcere privado.” Algumas pessoas a xingaram, outras zombaram de Prince. Memes se espalharam pela internet. Era um escândalo grande demais para ser ignorado.

No tribunal, Belinda foi acusada de sequestro, cárcere privado e agressão sexual. Seus advogados tentaram argumentar, mas as provas eram muito fortes. Ela foi condenada a anos de prisão. Quanto a Prince, a liberdade não parecia mais liberdade. Ele não voltou para o campus. Não conseguia encarar as escadas, os sussurros, as perguntas, seu carro, seu apartamento, suas roupas chamativas — todas as lembranças de como ele havia sido comprado e aprisionado.

Seus amigos notaram que ele havia mudado. Ele não ria mais como antes. Não corria mais atrás de mulheres; na verdade, ele as evitava completamente. À noite, ele acordava suando e ouvia a voz de Belinda em sua cabeça. Checava as portas duas, três vezes, com medo de ser trancado novamente. Carregava o trauma para onde quer que fosse. O menino que um dia viveu como um rei agora vivia com medo. Seu corpo era livre, mas sua mente ainda estava presa naquele quarto.

Lição: Amor construído sobre dinheiro e controle não é amor; é escravidão. A ganância do príncipe o cegou. A obsessão de Belinda a destruiu. E, no fim, ambos perderam tudo. A verdade é simples: quando você tenta possuir as pessoas com dinheiro e quando se vende em busca de conforto, ambos acabam como escravos — um acorrentado pelo desejo, o outro pelo medo. O amor verdadeiro é liberdade. Qualquer outra coisa é apenas mais um tipo de prisão.